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8. As melhores opções de financiamento do franchising

8.1 Considerações gerais

É possível montar um negócio em franchising com poucos capitais próprios. Há diversos programas de apoio disponíveis e não é difícil conseguir um contrato de crédito.

O sistema bancário conheceu uma profunda evolução nos últimos anos. A par do alargamento e modernização das redes de balcões, a evolução tecnológica alterou tudo ou quase tudo na forma de funcionar dos bancos. A grande maioria das operações deixou de ser feita aos balcões passando para os terminais de rede de multibanco começando a processar-se a partir de qualquer aparelho telefónico.

A "revolução" nos métodos de funcionamento tende a alterar o relacionamento entre a banca e as empresas.

Há poucos anos a oferta de crédito bancário às empresas era extremamente reduzido, consistindo unicamente em financiamentos titulados por letras ou livranças, com juros descontados à cabeça de que resultavam taxas efectivas exorbitantes.

A oferta de crédito é agora incomparavelmente maior, mas os bancos continuam a sentir alguma aversão ao risco que as PME representam, insistindo em financiamentos de curto prazo.

Existem sinais evidentes de mudança no relacionamento entre a banca e as empresas. Alguns serviços e formas de atendimento, até à bem pouco tempo, só estavam disponíveis para as grandes empresas, as quais tiveram sempre um tratamento mais favorável, quer em termos de atendimento e serviços disponíveis, quer em termos de preço.

A nova atitude bancária assenta na filosofia de que o preço e a taxa de juro não dependem da dimensão da empresa, mas sim da sua qualidade.

Actualmente, alguns bancos decidiram apostar no mercado PME, constituindo uma política de crédito específica para elas, que se traduz necessariamente em condições mais favoráveis para as empresas e uma margem reduzida para a banca, tendo reflexos altamente positivos sobre a qualidade da carteira de crédito e reduzindo o volume de crédito mal parado.

8.2 Os Bancos

Para montar um negócio, o franqueado precisa apenas de conseguir uma boa localização e algum dinheiro para as obras. Tudo parece fácil. Mas se, para pagar o trespasse do estabelecimento, precisar de recorrer ao crédito bancário as dificuldades poderão começar.

Os bancos não são muito receptivos a este tipo de financiamento, por isso há que contornar a situação. Também o financiamento para o direito de entrada, valor normalmente cobrado pelo franqueador, não colhe as simpatias do banco. Mas tudo dependerá:

das características do projecto apresentado,

da relação entre o banco e o cliente e, essencialmente,

do montante a financiar.

Regra geral, todos os bancos, exigem que cerca de um terço do investimento total seja suportado por capitais próprios. Se os montantes envolvidos no projecto não forem muito elevados, o direito de entrada é, na maioria dos casos, incluído na fatia de autofinanciamento. Mas, tratando-se de montantes elevados e de risco ponderado, é possível que o banco financie todas as componentes do investimento inicial, desde que seja respeitada a regra de um terço dos capitais próprios.

A linha especial de crédito para o franchising do BNU, destinada a financiar o lançamento de negócios através deste sistema, pode abranger

direito de entrada,

trespasse ou aquisição de instalações,

equipamento diverso,

fundo de maneio.

A taxa de juro depende do resultado do estudo que o banco faz do projecto de financiamento, sendo o período de carência de um ano.

Apesar deste banco ser o único com uma linha de crédito especial para o franchising, as condições de financiamento que oferece não são muito distintas das que os restantes bancos do mercado oferecem para o lançamento de negócios nas áreas do comércio e serviços.

À partida as condições oferecidas pelas várias instituições não oferecem grandes variações, em termos de custos. Mas só caso a caso, depois de avaliado todo o projecto de financiamento, o estudo de viabilidade e o historial do cliente, é possível prever as condições a negociar.

Algumas vezes, a escolha da instituição financiadora pode depender também da existência de contratos prévios do franqueador com uma instituição de crédito. Estes acordos podem beneficiar apenas o próprio ou também os franqueados. O facto de o franqueador já ser cliente dessa instituição facilita o andamento do processo de crédito, pois parte da informação já é conhecida e elimina-se algum risco no negócio.

Quem analisa o projecto vai provavelmente centrar-se mais no financiamento e não tanto na viabilidade do negócio, pois já confia no franqueador. Este é um factor que pode ponderar na escolha de um franchising.

A escolha do banco credor pode implicar ainda estudar as condições de um conjunto de produtos comercializados em pacote. Actualmente, grande parte dos bancos estão integrados em grupos financeiros, juntamente com companhias de seguros, sociedades de capital de risco, empresas de leasing ou de ALD, entre outras. E, por lei, a criação de uma empresa nova obriga a adquirir determinados produtos financeiros. O seguro de vida, no caso de o promotor ser um empresário em nome individual, e o seguro multirriscos, contra riscos que ocorram na fase de desenvolvimento da actividade empresarial, são alguns exemplos. Mas em todos os casos, há que não esquecer que o custo de cada produto pode ser negociado com a instituição.

Se o projecto incluir a aquisição de veículos automóveis, pode acontecer que o banco opte por encaminhar o financiamento para uma empresas de leasing ou ALD, normalmente do grupo. Estes dois tipos de sociedades (financeiras e comerciais, respectivamente), oferecem em princípio taxas mais baixas que os bancos. As condições de negócio são sempre ditadas caso a caso. Um contrato de leasing pode ter um custo igual ou mais baixo que um ALD, e em alguns casos, um ALD pode ultrapassar as taxas de crédito individual praticadas pelos bancos.

Tudo depende de quem é o cliente e do tipo de financiamento pedido.

8.3 As outras alternativas

O tipo de bem a financiar também determina o acesso a alguns instrumentos disponíveis.

ALD

É usado apenas para veículos automóveis.

Leasing

É utilizado para o financiamento de vários tipos de bens imóveis e móveis, apesar de os veículos automóveis liderarem o negócio. Mas o crédito destinado a certos equipamentos, como máquinas muito especializadas e de difícil colocação no mercado, não é de fácil acesso. No entanto, mostra-se uma solução interessante para o franqueado pois envolve numerosas vantagens:

Financia integralmente (ou quase a 100%) e a médio e longo prazo os investimentos pretendidos;

É de fácil acesso, rápido e simples em termos processuais (características que têm contribuido para o sucesso desta forma de financiamento em Portugal);

Os encargos (juros) decorrentes do contrato de leasing são custos de exploração e fiscalmente aceites, assim como as amortizações de bens;

Liberta parte do capital circulante para outras aplicações ao nível da produção;

Não compromete a capacidade de endividamento do locatário junto das instituições bancárias;

Permite ultrapassar certas limitações de crédito impostas pelo mercado financeiro;

Defende a empresa dos riscos de obsolescência técnica dos equipamentos ( ponto a ter em conta a franquia de produção).

Para além de todas estas vantagens também subsistem inconvenientes:

Impossibilidade de renúncia unilateral do contrato, prevendo cláusulas gerais severas em caso de incumprimento;

Tem um custo que, em determinadas situações é superior a outras formas de financiamento.

Capital de risco

Pode ser outro instrumento de financiamento de uma nova empresa. No entanto em Portugal não tem peso nos negócios de franchising, uma vez que, o comércio, sector em que se insere normalmente este tipo de negócio, não é dos mais atractivos para as sociedades de capital de risco.

Estas sociedades, vocacionadas para tomarem uma participação temporária no capital social de uma empresa, estão mais interessadas em projectos industriais, devido à dimensão, o que não significa que o capital de risco rejeite à partida projectos de franchising. A cadeia de geladarias "Baskin & Robbins" entrou em Portugal devido à iniciativa da "Sociedade de Capital de Risco - Comptris".

Os bancos disponibilizam ainda outros serviços para as empresas, como a gestão de cobrança de cheques ou a emissão de cartões de crédito para o franqueado, do tipo cash & carry, quando o fornecedor é o próprio franqueador.

Para o financiamento de tesouraria, existem também várias formas de crédito a curto prazo, entre elas o desconto comercial, a conta-corrente ou outras formas de crédito resultantes do acordo que for feito entre franqueados e franqueadores.

8.4 O projecto de viabilidade

A análise de viabilidade da criação de uma empresa no quadro do franchising obedece aos mesmos princípios gerais que são seguidos na análise de qualquer projecto de investimento, apesar de se reconhecer que a associação a um franqueador pode atenuar o risco do negócio, uma vez que está em análise um projecto associado a um negócio que já provou ter sucesso.

Constitui tarefa obrigatória para qualquer investidor a elaboração do projecto ou plano de negócios

Não só porque esse plano é, normalmente, solicitado pela entidade financiadora, mas também porque é muito importante para que o investidor possa demonstrar a si mesmo que o negócio vale realmente a pena. Por isso é recomendável que o promotor se envolva na elaboração do plano de negócios, em especial na definição dos seus pressupostos, que deve conhecer em detalhe.

A análise de um projecto de financiamento de franchising tem sempre em conta alguns princípios fundamentais, comuns a todos os processos de criação de empresas:

Perfil do seu promotor e a sua equipa - assume particular importância a análise da capacidade empresarial e técnica dos promotores e das suas equipas, bem como a idoneidade e grau de empenhamento pessoal no projecto;

Análise de mercado - é indispensável reunir informação sobre quem vão ser os potenciais clientes, os principais concorrentes e a perspectiva da evolução do mercado;

Investimento inicial - é fundamental quantificar todas as despesas de investimento, quer em capital fixo corpóreo, quer em fundo de maneio;

Cobertura financeira - o promotor deve elaborar um plano financeiro de forma a assegurar uma cobertura equilibrada, respeitando o nível mínimo de capitais próprios no montante global do investimento. Se a montagem do negócio implicar um volume de capital próprio que o promotor não possui na totalidade, deve arranjar sócios de forma a reunir aquele nível mínimo. Também as regras básicas de gestão financeira devem ser observadas, designadamente a cobertura do activo fixo por capitais permanentes, isto é, as instalações e os equipamentos devem ser financiados ou por capital próprio ou por empréstimos de médio e longo prazo;

Viabilidade económico-financeira - Este deve consistir numa análise previsional consistente com as características do sector de actividade em que o projecto se vai inserir e com a evolução do mercado.

Alguns franqueadores aconselham os seus franqueados a recorrer aos serviços de empresas de consultadoria para conseguir um bom financiamento. Estas empresas são especialistas na elaboração de projectos, conhecem a legislação em vigor e têm um interesse directo na sua aprovação, pois recebem uma percentagem do montante aprovado para financiamento. Além de uma vasta experiência na elaboração de estudos de viabilidade, estas empresas têm meio para evitar que as propostas sejam recusadas por falta de cumprimento dos requisitos legais exigidos para o exercício de actividade.

Quadro 8.1 – Os requisitos necessários à viabilidade do projecto

O que os bancos querem saber sobre o seu projecto

O empresário e a sua equipa

Mais vale uma ideia de investimento razoável por um empreendedor brilhante do que uma excelente ideia aplicada por um empresário sem talento.

O mercado

Ao apresentar um estudo de mercado, vai demonstrar que os seus produtos e serviços têm potenciais compradores e são competitivos.

Estudo de viabilidade

A demonstração da viabilidade económico-financeira é feita em termos previsionais a partir da definição do plano de investimento, do plano de financiamento, dos custos e proveitos de exploração, do plano de tesouraria e dos balanços previsionais.

Plano de investimentos

É fundamental a descrição detalhada e quantificada de todas as componentes de investimento. A quantificação destas despesas deve incluir não só as respeitantes ao capital fixo corpóreo e incorpóreo, como também o capital circulante permanente.

Plano de financiamento

Para financiar o investimento pode recorrer a capitais próprios ou alheios. Os capitais próprios correspondem ao seu "pé-de-meia". Os capitais alheios são geralmente os empréstimos bancários. O promotor deve assegurar uma estrutura financeira equilibrada. O nível dos capitais próprios não deve ser inferior a um terço do investimento.

Os custos e proveitos de exploração

Num mercado concorrencial, o empresário tem pouca margem de manobra para ajustar o preço. Torna-se particularmente importante definir correctamente as quantidades a produzir e os custos, para assegurar a rentabilidade do negócio.

Break even

Para calcular este ponto é necessário estimar os valores das vendas, dos custos variáveis e dos custos fixos. O cálculo desta variável indica-lhe o montante de facturação abaixo da qual a empresa não é viável.

Demonstração de resultados previsional

A conta de exploração sintetiza os proveitos e custos em termos previsionais.

Plano de tesouraria

Contém as receitas e as despesas previstas, ou seja as entradas e saídas de dinheiro. As vendas a crédito são proveitos que só tem impacto de tesouraria quando são recebidas.

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Fonte: Executive Digest - Maio/98

 

8.5 Os programas de apoio

O franchising pode beneficiar de subsídios a fundo perdido aprovados no âmbito de programas nacionais ou comunitários, assim como da bonificação de juros e rendas ou empréstimos à taxa de juro zero.

Há apoios destinados apenas à criação de emprego, outros ao desenvolvimento das PME, outros ao financiamento de investimento imobilizado corpóreo ou incorpóreo.

A selecção de programas é feita atendendo:

à actividade económica,

à descrição do investimento e montante,

à localização do investimento,

a idade dos sócios e respectiva percentagem de participação,

número de postos de trabalho que a nova empresa pretende criar.

A lista de programas de apoio disponíveis é numerosa e cheia de particularidades. Uma vez que a maioria dos projectos de franchising se destina a desenvolver empresas comerciais (Divisões 50, 51 e 52 do CAE), poderemos seleccionar os seguintes programas:

PROCOM - Programa de Apoio à Modernização do Comércio

Subdivide-se no apoio à dinamização das empresas para projectos pontuais ou projectos integrados. Os pontuais destinam-se apenas a pequenas e médias empresas que queiram apoio para a modernização do comércio, com objectivos de desenvolvimento regional. O tipo de projecto pode consistir no apetrechamento técnico e tecnológico e modernização das estruturas físicas das empresas ou na racionalização da actividade através do seu redimensionamento, especialização ou diversificação.

O PROCOM para projectos pontuais pode disponibilizar uma bonificação da totalidade dos juros em 45% do investimento elegível, referente a empréstimos bancários e rendas de locação financeira.

Tratando-se de projectos integrados que, além das PME, têm como destinatários as empresas individuais ou associadas a um grupo de empresas que possuam um volume de facturação anual global a 10 milhões de contos, o apoio visa ainda projectos de dinamização de empresas, nomeadamente através da sua racionalização, inovação e expansão.

Este programa é dirigido a projectos de reorganização das empresas aos níveis técnico e tecnológico , remodelação ou reforço da imagem e integração de recursos humanos qualificados. E ainda o reforço da produtividade, melhoria da qualidade e diversificação ou expansão do negócio.

Entre as despesas elegíveis para este programa destacam-se o activo fixo corpóreo afecto directamente à realização do projecto, nomeadamente realização de obras e aquisição de equipamentos, e a elaboração dos estudos ou a constituição de um fundo de maneio. No apoio concedido pelo PROCOM/ Projectos Integrados inclui a bonificação da totalidade dos juros, entre 45% e 65% das despesas elegíveis, referente a empréstimos bancários e/ou rendas de contratos de locação financeira, e ainda o empréstimo à taxa de juro zero até certo montante.

ICPME - Iniciativas Comunitárias PME’s

Tem como objectivo o apoio de projectos que contribuam de forma significativa, para a melhoria da competitividade da empresa.

Os destinatários são empresas que possuam menos de 50 trabalhadores e que apresentem uma facturação anual máxima de 7,5 milhões de contos, exceptuando as situações previstas na regulamentação específica. São consideradas elegíveis as despesas em capital fixo não directamente produtivo, corpóreo e incorpóreo, incluindo as despesas de formação profissional e as despesas de investimento directamente produtivo.

Entre os apoios a conceder encontram-se subsídios a fundo perdido, para investimentos não produtivo ou mesmo para a formação profissional e bonificações de 50% dos juros.

SIR - Sistema de Incentivos Regionais

Destina-se a pequenas e médias empresas e tem em vista contribuir para o desenvolvimento endógeno das regiões menos desenvolvidas, através do aumento da competitividade regional, da criação de emprego e da diversificação na produção de bens. A regulamentação do programa inclui mesmo uma lista com os municípios do interior e litoral considerados menos desenvolvidos para efeitos de aplicação do SIR.

Os projectos candidatos devem também implicar alterações significativas, ao nível técnico e tecnológico, na organização e funcionamento da empresa ou contribuir para o reforço da produtividade da empresa pela via da racionalização dos circuitos de distribuição. No caso de empresas já existentes, são elegíveis as despesas relativas a obras de remodelação das instalações, enquanto que para a criação de empresas em zonas particularmente carenciadas são também elegíveis as obras de adaptação de edifícios.

Para projectos de investimento elegível, em activo corpóreo, de montante inferior a 80 000 contos, o subsídio do SIR assume a forma de fundo perdido, até cerca de 70% das aplicações relevantes.

RIME - Regime de Incentivos às Microempresas

Visa a criação directa de postos de trabalho, a dinamização das regiões menos desenvolvidas e o apoio ao desenvolvimento de actividades como o artesanato, as artes e ofícios tradicionais e ainda as técnicas de comercialização e distribuição dos bens e serviços daí resultantes.

São destinatários do RIME, as microempresas ( até 9 trabalhadores) e, sob certas condições, os promotores individuais. Para efeitos de majoração dos apoios previstos, são definidas actividades e localizações prioritárias (áreas protegidas ou sujeitas a processos de recuperação ou desenvolvimento integrado), bem como projectos e postos de trabalho prioritários.

No âmbito do RIME é elegível como despesas todo o investimento em capital fixo indispensável ao exercício da actividade, incluindo a adaptação e ampliação de edifícios e instalações, assim como os estudos do projecto. Entre os apoios a conceder às microempresas prevêem-se subsídios a fundo perdido para investimento e para a criação de novos empregos.

SAJE - Sistema de Apoio a Jovens Empresários

Tem por objectivo o apoio a projectos que visem a criação, expansão e modernização de empresas detidas maioritariamente por jovens empresários, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos. Os promotores devem ser pequenas e médias empresas e consideram-se despesas elegíveis, entre outras, a aquisição de terrenos, a construção ou aquisição de instalações e trespasses e as despesas com aquisição de equipamento em estado de uso.

O SAJE contempla um conjunto de apoios a fundo perdido, instrumentos financeiros e infra-estruturas de apoio.

Mas, mesmo que o projecto reúna as condições necessárias para obter o apoio de um destes programas, é preciso assegurar previamente que não vai ser o próprio franqueador a levantar obstáculos. A Futurkids, por exemplo, considera o financiamento por capitais próprios um factor preferencial na escolha dos franqueados.

Há que fazer bem as contas, conversar com o franqueador - que pode abrir as portas da banca - e elaborar um plano de negócios exemplar, que se candidate ou não a um financiamento.